A seguir 12 ítens que fazem de mim a pior pessoa do mundo...
1 eu não reconheço meus erros
2 eu coloco nos outros a responsabilidade, e culpo o outro pela natureza exata das minhas falhas
3 eu tenho dificuldade em expressar amor mas não tenho em expressar fofocas e ódio
4 eu tenho vergonha de pedir desculpas, e na verdade, acho que não devo mesmo, acho que estou sempre certo
5 eu digo que amo mas não me aprofundo e vejo que na verdade, não amo profundamente, só superficialmente e sem compromisso real, onde qualquer variação onde minhas exigências não são cumpridas, eu saboto e destruo
6 eu tenho sempre exigências aos outros, para que se adaptem ao que chamo de amor, e não reconheço que cada vez mais eu me afundo no orgulho, egoísmo e egocetrismo
7 eu me abandono a sentimentos mesquinhos, não me submeto a obediência, e cedo a amargura e reclamação da vida
8 eu coloco a responsabilidade da minha vida e dos meus atos insanos no outro, e me acho inocente e certo, e sempre, mas camufladamente, eu sou sempre dono da razão
9 eu simulo algum tratamento mas na verdade é manipulação, como ingressar numa irmandade só pra satisfazer e fingir que estou me tratando pra manipular pessoas, mas na verdade, continuar fazendo minha vontade sempre
10 eu não vejo que minha vida se tornou incontrolável emocionalmente, e cada vez mais afasto as pessoas que amo, com um insano sentimento de estar certo
11 eu me isolo, corto pessoas, ou me alio a pessoas, e fujo de brigas ou começo confrontos pra continuar com meu modus vivendi insano, e me junto com quem tem o mesmo comportamento pra me auto enganar
12 eu tornei minha vida incontrolável e odienta, afastei quem me amava, e continuo a dizer e agir como se tivesse razão, não pedindo ajuda, não mudando na realidade nada, só me afundando nas minhas vontades e exigências egocêntricas, adoecendo totalmente e atraindo cada vez mais desgraças emocionais
(Rey Biannchi)
A SEGUIR... ( Quando eu estiver emocionalmente e espiritualmente pronta).. A SAÍDA: ME LIBERTO AMOROSAMENTE E TENHO INTEGRIDADE QUANDO ...
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
O Casal
O casal vinha andando pela Paulista, de mãos dadas, conversando animadamente. Ele falava meneando sutilmente a cabeça, com ares professorais e ela prestava atenção verdadeira com um sorriso tênue nos lábios enquanto fitava o rosto dele com olhos de admiração.
De onde eu estava observando, não conseguia ouvir o que diziam, mas parece que ela o retrucou. Ele pareceu ter ficado surpreso e admirado com o que ouviu e parou de caminhar para abraçá-la com carinho. Durante o abraço ela repousou brevemente o rosto no ombro dele e, no desenlaçar, beijou-lhe suavemente o pescoço. Eles trocaram olhares cúmplices, e voltaram a caminhar de mãos dadas. Agora, era ela quem falava e ele prestava atenção pontuando a conversa vez ou outra com algum comentário ou resposta.
De onde eu estava observando, percebia que ali havia amor. Que havia cumplicidade, confiança mútua. Eu percebia que havia amizade, interesse franco de um pelo outro. Eu percebia que havia intimidade, que havia paixão.
Por um tempinho eu me imaginei no lugar deles. E senti inveja.
Não porque eu nunca tivesse vivido esse tipo de relação. Eu vivo. Mas porque aquele casal tinha uns 75, 80 anos de idade.
O casal vinha andando pela Paulista, de mãos dadas, conversando animadamente. Ele falava meneando sutilmente a cabeça, com ares professorais e ela prestava atenção verdadeira com um sorriso tênue nos lábios enquanto fitava o rosto dele com olhos de admiração.
De onde eu estava observando, não conseguia ouvir o que diziam, mas parece que ela o retrucou. Ele pareceu ter ficado surpreso e admirado com o que ouviu e parou de caminhar para abraçá-la com carinho. Durante o abraço ela repousou brevemente o rosto no ombro dele e, no desenlaçar, beijou-lhe suavemente o pescoço. Eles trocaram olhares cúmplices, e voltaram a caminhar de mãos dadas. Agora, era ela quem falava e ele prestava atenção pontuando a conversa vez ou outra com algum comentário ou resposta.
De onde eu estava observando, percebia que ali havia amor. Que havia cumplicidade, confiança mútua. Eu percebia que havia amizade, interesse franco de um pelo outro. Eu percebia que havia intimidade, que havia paixão.
Por um tempinho eu me imaginei no lugar deles. E senti inveja.
Não porque eu nunca tivesse vivido esse tipo de relação. Eu vivo. Mas porque aquele casal tinha uns 75, 80 anos de idade.
Soneto
de Gregório de Mattos
Neste mundo é mais rico, o que mais rapa:
Quem mais limpo se faz, tem mais carepa:
Com sua língua ao nobre o vil decepa:
O Velhaco maior sempre tem capa.
Mostra o patife da nobreza o mapa:
Quem tem mão de agarrar, ligeiro trepa;
Quem menos falar pode, mais increpa:
Quem dinheiro tiver, pode ser Papa.
A flor baixa se inculca por Tulipa;
Bengala hoje na mão, ontem garlopa:
Mais isento se mostra, o que mais chupa.
Para a tropa do trapo vazio a tripa,
E mais não digo, porque a Musa topa
Em apa, epa, ipa, opa, upa.
Neste mundo é mais rico, o que mais rapa:
Quem mais limpo se faz, tem mais carepa:
Com sua língua ao nobre o vil decepa:
O Velhaco maior sempre tem capa.
Mostra o patife da nobreza o mapa:
Quem tem mão de agarrar, ligeiro trepa;
Quem menos falar pode, mais increpa:
Quem dinheiro tiver, pode ser Papa.
A flor baixa se inculca por Tulipa;
Bengala hoje na mão, ontem garlopa:
Mais isento se mostra, o que mais chupa.
Para a tropa do trapo vazio a tripa,
E mais não digo, porque a Musa topa
Em apa, epa, ipa, opa, upa.
sábado, 9 de outubro de 2010
Cantinho Escondido

Ah se minha casa mostrasse fora o que tem dentro dela
Você não teria medo, entraria e tomaria um café comigo
Ah se meu banquinho de flores já estivesse pronto
Agente sentaria e olharia as estrelas
Ah se seu desejo fosse olhar as estrelas
Cataríamos canções bobas de amor
Ah se eu pudesse mostrar que a alma é mais bonita que a carne
Seria tudo sem sangue
Ah se você me olhasse além do que você imagina,
Mas você tira os óculos e não me enxerga mais
Ah se eu pudesse dá ao mundo o amor romântico que sonho
Mas nem o sonho, nem o amor existem
Ah se eu pudesse, mas eu não posso
terça-feira, 5 de outubro de 2010
40 anos da morte Janis Joplin
Assinar:
Postagens (Atom)
